Rádio: a mídia mais popular do Brasil

Você já parou para pensar no tamanho do poder do rádio?

Esse meio de comunicação teve a sua primeira transmissão oficial no Brasil em 7 de setembro de 1922, em uma comemoração do centenário da independência do país.

De lá para cá, mesmo com a evolução de tantos outros meios de comunicação, como a televisão e a internet, ele se manteve sempre presente e com altos níveis de audiência.

É fácil saber porque, esse é um meio acessível financeiramente para toda a população, transmite rapidamente as informações, mesmo que as pessoas estejam fazendo outras atividades, e sempre foi capaz de se adaptar frente às novidades.

Vamos entender um pouco mais quais são os avançados que o mantém entre os preferidos das pessoas?

Do fonógrafo ao streaming

Se você tem por volta dos 30 anos ainda deve se lembrar do famoso radinho de pilha, o que já era uma evolução para a época se comparado ao fonógrafo, que não tinha a facilidade de ser portátil.

O fonógrafo foi criado em 1857 pelo frances Édouard-Leon Scott, e foi o primeiro aparelho capaz de reproduzir sons gravados.

Mais adiante, em 1888, o alemão Emil Berliner inventou o gramofone que tinha como utilidade transmitir o som gravado através de um disco plano.

Mas, com tudo na vida costuma evoluir, com o tempo a novidade caiu em declínio no gosto dos consumidores pelo seu excesso de cuidados, e a grande evolução chegou na década de 30 com o gravador cassete.

Diante da popularização dos discos de vinil, passou a ser mais fácil promover artistas e cantores com a reprodução de álbuns completos.

Porém, o gravador cassete passou a ser propagado em 1963, quando a empresa Philips liberou a comercialização da patente para todos que tivessem interesse.

Em seguida, por volta de 1976, surgiram as fitas K7, e por muito anos, ao lado dos discos de vinil, foram os mais utilizados pela população.

Até que no início da década de 90, surgiu o Micro System, que além de tocar fitas reproduzia as ondas rádio.

Quem aí não lembra dos filmes americanos em que os caras saiam na rua com aqueles aparelhos enormes nos ombros tocando aquele som?

A partir disso, a evolução dos aparelhos foi muito rápida! Na sequência veio o walk-man para tocar fitas, a criação do discman que reproduzia o CD, e em 1997, o MP3 player que veio para banir de vez com o walk-man e o discman.

Isso deixou os artistas e as gravadoras de cabelo em pé! Já que passou a ser possível baixar as músicas gratuitamente da internet e reproduzir no aparelhinho.

E agora, como ficaria o rádio nisso tudo?

É claro que para não ficar para trás, teve que se adaptar à nova geração e migrar para a internet.

Assim, surgem as rádios online com transmissão streaming, que permitiu o acesso em tempo real através do computador e depois nos aparelhos celulares, que é o formato que temos nos dias de hoje nos smartphones.

O que dizem as pesquisas sobre a audiência no rádio?

Em 2018, o Kantar Ibope Media, divulgou uma nova pesquisa de audiência de rádio no Brasil, e os números deixam claro que o poder de alcance e aceitação dessa mídia é incontestável. Os dados mostram que:

  • o rádio é ouvido por 86% da população em 13 regiões metropolitanas onde há aferição;
  • 3 a cada 5 ouvintes escutam rádio todos os dias e passam mais de 4 horas ouvindo a programação por dia;
  • o consumo de rádio na web tem crescido se comparado a 2017: o tempo médio diário passou de 2h07 para 2h21;
  • quanto ao consumo por streaming, ao todo, cada ouvinte tem dedicado 2h05 por semana ao serviço.

Esses números talvez se justifiquem pelo tempo em que o brasileiro passa no trânsito, que segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito, de 2017, é uma média de 2 horas e meia ao dia, e sabemos que em todos os carros o rádio costuma ser o companheiro das viagens.

Sem falar o fácil acesso pelos smartphones, como já dissemos aqui.

Por que esse ainda é o melhor meio para anunciar?

Levando em consideração todas as vantagens detalhas aqui, o rádio, sem dúvidas, continua sendo o meio mais viável para se investir em divulgação.

A mídia tem uma grande vantagem por conseguir segmentar o público de acordo com o local, o tipo de audiência e os horários específicos de quem acompanha a programação, o que o torna mais assertivo.

Sem falar no benefício de ser objetivo na entrega da mensagem, já que não tem imagens, então independente do que as pessoas estejam fazendo na hora, ela é mais facilmente absorvida e fixada se a linguagem e a sonoridade forem bem trabalhadas.

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